Todas as pessoas que visitam esse blog, sabem que o mesmo foi criado à partir de uma matéria estudada no Curso de Pós Graduação na Universidade Federal de Minas Gerais, do qual sou aluna.
Para darmos continuidade aos nossos estudos e para incrementarmos cada vez mais nossos blogs, o Professor Ricardo de Souza, que ministra o conteúdo Tecnologias, Cultura e Socialização, nos pediu que déssemos exemplos científicos e que trabalhássemos nossos blogs de maneira criativa e teórica, não nos esquecendo de que a proposta inicial de nosso curso de Pós Graduação seria justamente de formar professores conscientes e aptos a trabalhar com novas tecnologias.
Acredito que estou aprendendo muito com essa experiência, uma vez que declarei desde o início que nunca tive interesse em criar um blog. Fiquei surpresa com os artifícios e estratégias que podem, e devem, ser utilizadas nas aulas de línguas.
Esse post tem por objetivo exemplificar uma passagem do texto estudado nessa semana (Cultura da Interface - Johnson/2001-capítulo 3 - Janelas).
Um site que achei bastante interessante e que ilustra os aspectos apresentados por Johnson é o EducaRede (http://www.educarede.org.br)Nesse site não visualizamos apenas janelas ou frames, já que o mesmo se intitula "a porta aberta para a educação". Links, canais e ferramentas são apresentados de uma maneira didática e de fácil acesso aos educadores.
De acordo com Johnson, "a história da interface se divide agora nitidamente em duas épocas: pré-janelas e pós-janelas." E realmente devemos concordar com o autor, já que nossa vida contemporânea está cercada por links, portais e passagens que nos levam a algum lugar ou que nos reportam a outros por nós já vistos ou vivenciados.
O site que me referi faz uma viagem entre janelas, portais e frames "que se abrem para mais uma vista"(Johnson/2001), e faz com que o educador busque cada vez mais aprofundar em determinado assunto. Johnson também cita que "a primeira vez que vemos uma janela que rola, há uma sensação de profundidade. Parece abrir para um espaço de dados que continua para além das suas bordas propriamente ditas."
Dessa forma, digo que estou completamente de acordo com o autor estudado nessa semana, e posso dizer que o site supra citado, demonstra claramente o que é estar envolvido pelas "redes da tecnologia" as quais nos proporciona viagens entre portais, links e frames e janelas.
Andréa Centeno

Olá colega,
ResponderExcluirtb fiquei um pouco perdida com o texto de Johnson, ele, assim como as janelas que descreve, passava de um assunto a outro numa velocidade que, confesso, me perdi em alguns momentos. Acredito que a grande inovação dessa tecnologia é a possibilidade de transitar dentro dessas redes de tecnologia que vc cita, "filtrando" a informação, direcionando-a. Acredito que para nós professores, que já estamos acostumados a multitarefas, é um ganho de tempo, pois ao entrar em um site educacional como o educarede, que vc cita, podemos transitar pelos links disponibilizados pelo site e aprofundar nossa pesquisa. Tb não sei, Andreia, se estou no caminho certo...
Bjs
Claudia Murta
Olá Andrea,
ResponderExcluirPosso dizer também que sou apenas mais uma que ficou meio perdida no início da leitura, a compreensão do texto e as idéias foram e estão surgindo de forma lenta ainda e por meio de outras leituras, inclusive desta sua postagem que gostei muito. Realmente, quando usamos o computador para realizar as mais variadas tarefas, já estamos tão acostumados que nem percebemos mais esses ambientes. Quando que paramos para analisar as janelas, os quadros, os links, no sentido de analisar sua criação, sua função? No máximo clicamos aqui e ali e nos transportamos para "outras vistas", mas isso para nós já se tornou muito natural. Estamos tendo a oportunidade de navegar pelas interfaces, olhando com outros olhos e de forma mais científica, o que é muito bom. Passamos de simples usuários a uma condição mais eficiente de análise desses vários ambientes virtuais.
Abraços,
Vanely
Olá pessoal!
ResponderExcluirRealmente concordo com as opiniões de vocês... Hoje fazemos uso do computador tão naturalmente que nem percebemos que existem janelas, frames, hiperlinks... apenas clicamos e navegamos...
Acredito que ideia do autor (Johnson) foi também de nos mostrar que podemos passar de uma janela para outra com muita facilidade, tanto é que o texto se torna um pouco confuso em alguns casos. Johnson, em seu estudo, trancorre enunciados e cita a evolução da internet com a rapidez que clicamos ao navegar de uma página para a outra. Suas análises são cercadas de exemplos que, ora são citados como fatos históricos, ora como curiosidades e até mesmo como dicas. Ele utiliza das "janelas textuais" para exemplificar as "janelas virtuais"...
Andréa Centeno